A deusa fertilidade astaroth Ostera Pascoa
- Cláudio Carvalho

- 31 de mar.
- 5 min de leitura

Origem pagã do Coelho da Páscoa
Jesus é a nossa Páscoa A libertação do Egito, a morte e ressurreição de Jesus Cristo.
Coelho da Páscoa um invocação a demônios adorando a deusa da fertilidade. deusa da mitologia germânica astaroth ostre ou ostera deusa da fertilidade. Mas de onde surgiu então a figura do Coelho da Páscoa e seus Ovos? Infelizmente muitas das datas comemorativas em nosso calendário estão relacionadas ao paganismo (Por isso é importante procurar saber!)
O ovo e o coelho, são símbolos que vieram dos antigos povos, estão relacionados ao paganismo do Egito. Os ovos são emblemas da imortalidade, sendo considerado o “princípio da geração”, “o mistério da vida”. O ovo é o símbolo cósmico na maioria das tradições. Para os egípcios, o deus Renasceu de um ovo; para os hindus, Brahma surgiu de um ovo de ouro – Hiranyagarbha – e que depois, com a casca, fez o Universo.
Para os chineses, P’an Ku, nasceu de um ovo cósmico. O ovo é o símbolo de fertilidade, usado como talismã pelos agricultores, existem diversas superstições ligadas ao seu uso!
Na mitologia grega, os gêmeos Castor e Pólux, nasceram de ovos “botados” por uma mortal, Leda, quando fora seduzida por Zeus, que lhe apareceu sob a forma de um cisne! O ovo era, na verdade, considerado por diversos pagãos, como a origem dos seres humanos!
EOSTRE Quanto ao coelho da páscoa, provém da lebre sagrada da deusa Eostre/Ostera, uma deusa germânica da primavera!
A tradição do “Coelho da Páscoa” foi trazida para a América pelos imigrantes alemães. No Antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antiguidade consideravam o coelho como o símbolo da Lua, onde a Lua determina a data da Páscoa. Como os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução, e geram grandes ninhadas, eram considerados símbolos da fertilidade, devido à grande capacidade de se reproduzir. É interessante notar que a lebre (ou o coelho) pela Bíblia é considerada como um animal imundo. “Contudo, dos que ruminam ou têm o casco fendido, vocês não poderão comer o camelo, o coelho e o rato silvestre. Embora ruminem, não têm casco fendido; são impuros para vocês.” (Dt 14:7).
Os egípcios tinham como deusa “ astaroth Ostera ou Eostre” significa “A deusa da Aurora”, Eostre/Ostera estava relacionada à aurora e posteriormente associada à luz crescente da primavera, momento em que trazia alegria e bênçãos a Terra. Está é a deusa da Fertilidade, da Ressurreição e do Renascimento na mitologia uma deusa da Primavera. Na primavera, lebres e ovos coloridos eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. Então de seus cultos pagãos originou-se a Páscoa, que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs.
Eostre/Ostera tinha uma especial afeição por crianças. Onde quer que ela fosse elas a seguiam e a deusa adorava cantar e entretê-las com sua magia. Um dia, Eostre/Ostera estava sentada em um jardim com suas amadas crianças, quando um amável pássaro voou sobre elas e pousou na mão da deusa. Ao dizer algumas palavras mágicas, o pássaro se transformou no animal favorito de Eostre/Ostera, uma lebre. Isto maravilhou as crianças. Com o passar dos meses, elas repararam que a lebre não estava feliz com a transformação, porque não mais podia cantar nem voar. As crianças pediram a Eostre/Ostera que revertesse o encantamento. Ela tentou de todas as formas, mas não conseguiu desfazer o encanto. A magia já estava feita e nada poderia revertê-la. Eostre/Ostera decidiu esperar até que o inverno passasse, pois nesta época seu poder diminuía. Quem sabe quando a Primavera retornasse e ela fosse de novo restituída de seus poderes plenamente e pudesse ao menos dar alguns momentos de alegria à lebre, transformando-a novamente em pássaro, nem que fosse por alguns momentos. A lebre assim permaneceu até que então a Primavera chegou. Nessa época os poderes de Eostre/Ostera estavam em seu apogeu (Mais alto grau) e ela pôde transformar a lebre em um pássaro novamente, durante algum tempo. Agradecido, o pássaro botou ovos em homenagem a Eostre/Ostera. Em celebração à sua liberdade e às crianças, que tinham pedido a Eostre/Ostera que lhe concedesse sua forma original, o pássaro, transformado em lebre novamente, pintou os ovos e os distribuiu pelo mundo. Seus símbolos são a lebre ou o coelho e os ovos, todos representando a fertilidade e o início de uma nova vida.
Posteriormente, a igreja católica acabou por substituir às festividades pagãs de Eostre/Ostera pela Páscoa, absorvendo muitos de seus costumes, tais como os ovos e o coelhinho da Páscoa, com o sincretismo religioso (Sincretismo Religioso é a mistura de uma religião na outra).
Infelizmente devido à influência do paganismo inserida ainda hoje no nosso meio, o mundo tenta adoçar o sofrimento de Cristo na Cruz com chocolates e substituem o Cristo da Cruz por um coelho! Em todo o ocidente é vendido um produto que espiritualmente nada tem haver com a história de Cristo. Pois não foi chocolate que Jesus verteu na cruz!
A verdadeira páscoa, o Senhor Jesus, já foi consumado lá na cruz. A verdadeira páscoa foi consumada quando o nosso Mestre e Senhor foi crucificado na cruz!
Jesus não esta mais pendurado em uma cruz, agora Ele está sentado à destra do pai…(Marcos 16.19). Jesus é a nossa páscoa (Ele nos libertou desse mundo de escravidão quando morreu na cruz pelos nossos pecados).
Portanto, a Páscoa que atualmente o mundo comemora, nada tem a ver com a Páscoa de Israel (Pessach ou saída do povo de Israel do Egito), com a Páscoa Católica da Ressurreição de Cristo. A Páscoa do atual mundo está ligada ao paganismo do sincretismo religioso e não ao cristianismo. (Sincretismo Religioso é a mistura de uma religião com outra), no caso de comemorações realizadas pela igreja Católica – tais como: Natal, Carnaval, Quaresma, Páscoa, Corpus Christi, Festa Junina, Dia de Finados / Paralelo ao Halloween, estas comemorações foram resultados das misturas de “deuses pagãos” com o Cristianismo, trazendo assim a idolatria para o meio Católico com a adoração, veneração e homenagens a “deuses” estranhos a nossa fé. Jesus antes de sua morte substituiu a Páscoa pela Santa Ceia e em nenhum momento mandou observarmos a sua ressurreição (Não, que não seja importante), porém é fundamental não acrescentarmos nada as suas ordenanças, para evitar seguir doutrinas de homens “Em vão me adoram; seus ensinamentos não passam de regras ensinadas por homens’” (Mateus 15:9) – Jesus mandou observarmos a Sua morte.




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